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20/02/2018 Espécies de madeira


 Espécies de madeira

  • Amescla: Madeira fácil de serrar, moderadamente fácil de aplainar, apresentando superfícies radiais ásperas. Uso: construção civil, caixas, engradados, móveis, divisórias e outros.
  • Angelim: Fácil de trabalhar, acabamento de regular a bom na plaina, torno e broca. Uso: peças de decoração para exteriores e interiores, escadas, pisos, vigas, dormentes, estacas, tacos de assoalhos, vigamentos, etc.
  • Cedrinho: Apresenta retrabilidade linear e volumétrica baixas e propriedades mecânicas entre baixa e média. Uso: venezianas, rodapés, guarnições, cordões, forros, etc.
  • Champanhe: Madeira muito resistente e firme. Uso: pontes, construção pesada, portos, estacas, obras imersas em ambiente de água doce, vigamentos, carpintaria, tacos, tábuas para assoalho, etc.
  • Curupixá: Fácil processamento no torno e na broca, resultando em excelente acabamento. Uso: torneados, móveis, artigos domésticos decorativos, utensílios domésticos, produção de chapas e outros.
  • Faveira: Fácil de trabalhar. Uso: embarcações, móveis, artigos domésticos decorativos, brinquedos, artigos domésticos utilitários, compensados e outros.
  • Garapeira: Madeira considerada fácil de ser trabalhada. Recebe bom acabamento. Uso: construção de estruturas externas, dormentes, postes, estacas, mourões, carrocerias, vigas, caibras, ripas, tábuas, tacos para assoalhos, marcos de portas e janelas, etc.
  • Guariúba: Madeira fácil de trabalhar. Cola bem. Uso: Construção civil e naval, móveis, torneados, pisos, instrumentos musicais, caixas, engradados, chapas e outros.
  • Itaúba: De baixa retratibilidade em relação à densidade, resistência mecânica alta a média e durabilidade alta. Uso: assoalhos, postes, pilares e dormentes, carpintaria, tacos, estrutura de pontes, cruzetas, vigas, caibros, tábuas, marcos de portas e janelas, implementos agrícolas, confecção de peças torneadas, etc.
  • Jatobá: Muito resistente aos fungos e cupins. Uso: construção civil, estacas, carroçaria, postes, tonéis, dormentes, móveis finos, laminados, assoalhos, tanoaria, vigamentos, cabos, ferramentas, etc.
  • Jequitibá: Madeira moderadamente pesada. Uso: estruturas de móveis, peças torneadas, molduras, compensados, cabos de ferramentas, caixotaria e construção civil para vigas, caibros, ripas, etc.
  • Louro Canela: Excelente para se trabalhar tanto com ferramentas manuais como mecânicas. Cola bem e permite excelente acabamento. Uso: construção em geral, lambris, vigas, caibros, ripas, rodapés, molduras, guarnições, tábuas, pranchas, peças torneadas, marcenaria, compensados, etc.
  • Maracatiara: Fácil de trabalhar e propicia excelente acabamento. Recebe bem pintura, verniz, lustro e emassamento. Uso: vigas, caibros, ripas, tacos e tábuas de assoalho, marcos ou batentes de portas e janelas, esquadrias, caixilhos, forros, lambris, etc.
  • Peroba: De resistência mecânica e retrabilidade médias. Uso: interiores, decoração, pisos, painéis, entalhes, esquadrias, móveis, peças torneadas, cabos de ferramentas, tacos, tábuas para assoalhos, vagões, carrocerias, etc.
  • Pinnus: Madeira fácil de tratar. Uso: ripas, partes secundárias de estruturas, cordões, guarnições, rodapés, forros e lambris, pontaletes, andaimes, formas para concreto.
  • Tatajuba: Fácil de trabalhar com ferramentas manuais ou mecânicas. Recomenda-se perfuração prévia à colocação de pregos. Uso: dormentes, vigas, caibros, ripas, marcos de portas e janelas, rodapés, tábuas e tacos para assoalho, cruzetas, etc.
  • Tauari: Fácil processamento, gerando superfície de acabamento liso. Boa colagem. Uso: peças encurvadas, marcenaria, lâminas, compensados e outros.
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fonte.: Super Obra

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